Até ao final do ano de 2005, o Ministério da Justiça quer ter pronta uma versão do Linux Caixa Mágica especificamente dedicada à área da justiça - dando assim um sinal claro de apoio ao “software” em regime de “open source” e ao desenvolvimento do “software” de qualidade em português.
in Público
Bem, isto é que é um luxo - pedir uma versão personalizada dum SO.
Acho que é excelente o Estado finalmente começar a utilizar Linux.
Numa conferência recentemente nos EUA, alguns elementos do FBI demonstraram claramente que WEP é bastante inseguro. Usando ferramentas bastante simples e facilmente encontradas pela net (e viva o kismet), crackaram uma rede Wifi c/ WEP de 128 bits em menos de 5 minutos.
Eles aconselham vivamente a utilização de WPA em vez de WEP, mas recomendam que, se usarem WPA, tenham o mínimo de cuidado quando gerarem a chave. Se utilizarem uma frase de geração de chaves muito simples, o WPA será vulnerável a ataques por dicionário.
Eu neste momento aconselho a seguinte estrutura:
<gateway>
|—<firewall , implementando MAC-Filtering>
|—-<access Point c/ WPA> - - - - - -<wireless Clients>
ou
<gateway>
|—(VPN)
|——<access Point c/WPA> - - - - - - - - <wireless Clients>
Desligar o SSID vai remover alguns simples lames de se ligarem à vossa rede… Sim, eu não tenho nada contra segurança por obscuridade, desde que não se descuide o resto!
Aqui fica o link para o artigo que descreve o ataque.
Para ler, tenho:
OpenBSD FAQ
FreeBSD faq, resources for newbies e handbook.
Alguém me sabe explicar porque é que os SysAdmins têm a mania de experimentar OS em máquinas que são usadas por muita gente e/ou têm montanhas de serviços?
Eu trabalho diariamente com Win 98, XP, 2000, 2000 Server, Gentoo, Fedora, OpenBSD e FreeBSD. Nem sei como é que ninguém se lembrou de meter um Sun OS aqui no meio…
Hoje, depois de ler umas piadas sobre heldpdesk de informática, lembrei-me de contar a história neste mundo da informáticamais ridícula com que já me deparei. Há uns dois ou três anos estava eu num cafezinho perto de casa, falando com um bacano que fazia trabalhos de tradução. O bacano gabava-se de saber programar em Qbasic, e que tinha feito umas subrotinas… Quando comecei a pegar na conversa, percebi que ele só sabia o que era uma subrotina, mas não sabia o que era uma rotina. Isto é, para ele rotinas não existiam… Só subs. Mas isso apenas provava que ele não pescava nada de Basic. A pérola viria pouco depois.
- Pah, eu preciso de um pc que aguente o Windows, tipo com um processador de texto e não sei quê - dizia ele, que na altura (2002) tinha um 286 da IBM. - Eu agora cada vez que tenho um texto para traduzir, não guardo nada.
- Então mas tu usas o quê? Há uns quantos processadores de texto para DOS.
- Pah, eu não uso nada. Só uso o MS DOS.
- O MSDOS? Mas usas o edit?
- Não. Mal aquilo para depois de eu o ligar, carrego uma data de vezes no enter para desaparecer o texto que está no ecrã. Depois começo logo a escrever. Quando chego ao fim, carrego no print screen e já tá. A cena chata é que eu só posso corrigir na linha em que estou. Nas anteriores não dá.
Eu depois de ouvir isto fartei-me de rir… Impressionante!
É sempre interessante ver uma boa política de backups. Para os interessados, existe uma aplicação Open Source gratuita chamada Bacula, que permite fazer backups por rede (modelo cliente/servidor) em *nix e Win*.
É um óptimo investimento juntar um belo disco de 200GB para aquele PII esquecido na cave, e pô-lo como servidor de backups.
A pedido de várias almas, acabei por retirar do meu blog a parte geek e sobre trabalho, para não misturar coisas extremamente técnicas com outras que não tinham nada a ver. Aproveito também para tornar este o meu site pessoal, onde poderão ir lendo coisas sobre administração de sistemas: Linux, redes, etc.
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