Depois de passar um quarto de hora a resolver o Hacker Puzzle indicado pelo Nuno Barreto (Woody btw, e ojofuffo?!?!), lembrei-me de um dos jogos mais viciantes que já joguei, e este sim, um verdadeiro e simples Hacker’s Puzzle: try2hack. 
Depois do fracasso que tem sido o RFID na segurança automóvel nem me passava pela cabeça que alguém se lembrasse de implementar esta tecnologia a nível de cartões de crédito, ainda para mais sendo os bancos tão conservadores no que toca a tecnologia.
O artigo no the register refere que com 150US$ de material, consegue-se ler dados sensíveis como o número do cartão, validade, data de emissão e o nome da pessoa, sem a pessoa tirar o cartão do bolso.
Enquanto não houver uma coisa destas do tamanho pelo menos de um cartão de crédito, as coisas vão ser bem complicadas se a VISA continuar a querer implementar o sistema.
Já saiu!
What’s new in Kubuntu Edgy Eft?
KDE 3.5.5 desktop; Digikam photo management tool; Guidance - a new power management system; a hardware database client; support for many special laptop buttons; accessibility profiles; an improved System Settings dialog; automatic setup of non-Latin writing systems.
What’s new in Ubuntu Edgy Eft?
Tomboy, an easy-to-use and efficient note-taking tool; F-Spot, a photo management tool that enables tagging, photo editing and automatic uploading to on-line web management sites; GNOME 2.16; substantially faster startup and shutdown with eye-catching high-resolution graphics; the latest Firefox web browser, version 2.0; proactive security features, preventing many common security vulnerabilities even before they are discovered; Evolution 2.8.0
PS: E AIGLX vem instalado por default! É só instalar o Beryl!
Depois deste comentário do Rui Moura sobre as minhas tentativas frustradas com Ubuntu + XGL, resolvi experimentar um update para o Edgy RC1. E não é que em 5 minutos consegui pôr XGL + Beryl a trabalhar!
Segui este howto (oficial do Beryl).
Depois foi só desligar uma data de plugins do Beryl que vêm ligados por defeito (sobretudo o trail focus - very very annoying!!).
Não está a coisa mais rápida do mundo, mas está razoavelmente rápido para trabalhar.
Notas:
A placa gráfica vem com aceleração 3d activa por defeito, no Edgy.
Convem automatizar o seguinte comando, quando entram no KDE:
xmodmap -e "keycode 113 = Mode_switch"
senão não usam o AltGr
Nota para o Rui Moura
Com os novos pacotes do ubuntu a instalação de XGL está de facto bastante fácil. Mas há uns meses atrás era um pesadelo!
Nota para o VD
Larga mas é o Fedora Core!

Aqui há uns tempos queimei umas horas tentando instalar XGL e AIGLX no meu laptop (ATI Radeon 9000 Mobility), mas a coisa não correu bem. Ontem, enquanto lia a DW weekly encontrei o Sabayon Linux, um live cd instalável em disco baseado em Gentoo que já vem com XGL (e AIGLX) por default. Estava à espera que fosse uma experiência similar ao Koorora (leia-se ecrã preto e mais nada), mas não. Depois de arrancar, tinha um ambiente com XGL+Beryl perfeitamente funcional sem mexer uma palha!! Decidi-me a instalar a distribuição no disco, mesmo tendo no meu consciente bem presente o pesadelo que é o tempo que iria perder com compilações que esta distribuição exige.
Qual não é o meu espanto quando verifiquei que esta distribuição é tão lenta funcionando a partir de cd como instalada no disco!! No meu Centrino a 1.5 (512M Ram) não é minimamente aceitável: 5 minutos para arrancar, todas as aplicações extremamente lentas, sair e entrar de uma sessão em KDE demora mais de 2 minutos, etc. Ainda entrei no fluxbox e tentei recompilar o sistema todo, com esperança de que ficaria minimamente usável (pois vem compilado para i586), mas para além de duvidar que melhorasse o suficiente para sentir fluidez na sua utilização, a compilação parou quando chegou ao pacote 50 e tal (dos 1700 que tinha de compilar). Back to Kubuntu sem XGL, mas mesmo assim e para os mais curiosos vale a pena experimentar o Sabayon só para ter um gostinho do que vai ser o futuro desktop com Linux (e BSD).

Hans Reiser, the developer of the ReiserFS and Reiser4 filesystems, has been arrested in Oakland, California as a suspect in the disappearance of his estranged wife Nina Reiser. As the news of his arrest spreads in the free and open software communities, a growing concern is the effect that the case might have on Namesys, Hans Reiser’s company, as well as the future of his filesystem work.
Desculpem o CM style da notícia. Reiserfs é hoje em dia um dos 3 sistemas de ficheiros mais utilizados dos dias de hoje, e esta situação vem complicar o avanço para a estabilidade do Reiser4.
Fonte